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9 – Alívio
“Vendo, porém, Faraó que havia alívio, continuou de coração endurecido e não os ouviu, como o Senhor tinha dito”- Ex8.15
Em meio ao desespero as pessoas têm as mais estranhas atitudes: gritam por socorro, fazem promessas e votos, se dispõem a mudar de vida. Mas quando alcançam a “graça”, quando chega o alívio, esquecem as promessas e voltam à vida normal. Foi assim com Faraó.
O Egito estava sob a praga das rãs e, apesar dos magos do Egito terem conseguido imitar esta praga, não conseguiram acabar com ela. Dá para entender perfeitamente o desespero de Faraó pedindo a Moisés que orasse a Deus por alívio. Só é difícil entender por que pediu para orar ‘amanhã’ e não imediatamente!
Com rãs em todo canto, Faraó disse que libertaria o povo. Moisés orou e as rãs morreram, mas Faraó, vendo que havia alívio, não cumpriu sua palavra. O alívio trouxe de volta o coração endurecido de Faraó, em vez de gratidão.
Quantas vezes não fazemos a mesma coisa? Em meio às lutas, oramos e clamamos com fervor, fazemos propósitos, mobilizamos pessoas, nos humilhamos diante do Senhor, reconhecendo que precisamos desesperadamente de Seu favor.
E quando Deus atende e se faz calmaria, voltamos aos velhos padrões e nosso coração se endurece... Diante disso, precisamos aprender que os alívios, as calmarias da vida, devem ser vistos com atenção redobrada.
Não podemos tirar os olhos do Senhor e deixar nosso coração se endurecer! Que, em meio aos abençoados alívios e calmarias na vida, nosso coração permaneça sensível e vigilante, voltado ao Senhor, com cânticos de louvor e gratidão zz